domingo, 7 de julho de 2013

TENTANDO MAIS UMA VEZ... VOLTEI!

Exatamente um ano após a minha última postagem, eu resolvi reativar meu blog. Acho que seria melhor mesmo era tirá-lo de circulação uma vez que não serve pra nada, mas às vezes sinto falta de um lugar pra registrar aquilo que estou sentindo, ou aquilo que estou pensando sobre o momento, o mundo, sobre os protestos, a invasão dos ETs...

- Invasão de ETs???
- Sim, foi isso que eu disse...
- Que história é essa de invasão de ETs? Nem ouvi falar disso...
- Ah não?
- Não...
- Sabe o que é? Eu estou inspirada pela data. É que hoje faz 66 do Caso Roswell...
- ???
- Você não sabe o que é o Caso Roswell?
- Tsc tsc
- Então vou te contar: 

Willian Woody, que vivia a leste de Roswell, estava na varanda de sua casa, juntamente com seu pai, na noite do dia 04, quando viu um brilhante objeto no céu mergulhar em direção ao solo. Ele disse que era uma luz branca muito brilhante, com linhas vermelhas, e o objeto demorou a cair, diferentemente dos meteoros que já havia observado anteriormente. Não havia nenhuma forma por trás da luz e nenhum som foi associado àquilo. Um ou dois dias depois, Woody e seu pai resolveram ir até onde o objeto teria caído. Se dirigiram pela Rodovia 285, ao norte de Roswell, mas sempre que tentavam entrar na pista eram impedidos por um cordão de isolamento militar, pois todos os acessos às estradas estavam bloqueados. Somente junto aos primeiros raios de Sol do dia 05 de julho os militares encontraram o local do acidente. Eles isolaram a área, mantendo todos os civis e pessoas não autorizadas afastadas. Durante todo aquele dia recolheram os corpos de cinco vítimas do acidente. Vários caminhões carregaram os destroços do objeto e em seguida dirigiram-se para a base militar. No final do dia, já haviam retirado quase tudo da área. No seguinte, especialistas em acobertamento ufológico eliminaram os possíveis resquícios da queda e da operação de resgate.
Na tarde do dia 05, algo inusitado aconteceu. Glenn Dennis, funcionário da Funerária Ballard, recebeu o primeiro de uma série de estranhos telefonemas da base aérea militar. O oficial funerário da base perguntou-lhe sobre o tamanho e que tipos de caixões poderiam ser lacrados hermeticamente. Dennis respondeu que possuía quatro caixões de 1,20 m, mas que poderia conseguir um menor na cidade de Amarillo, Texas. O oficial apenas mencionou que voltaria a ligar para ele. Trinta ou 40 minutos depois, retornou a ligação e perguntou sobre a preparação dos cadáveres. Ele queria saber como manusear um corpo decomposto e como tratar cadáveres queimados em casos muito traumáticos. Enfim, como preservar um cadáver sem alterar a composição química do sangue ou fluídos. (https://www.ufo.com.br)

- E aí? O que você acha? Será que estamos sozinhos???

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